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O ser humano aprecia muito a sua vida em sociedade, sendo por isso que, quando está só tende a ficar mais triste e isolado. Desde há 15 mil anos que os cães se tornaram animais de estimação, tendo evoluído, nos dias de hoje, para aquilo a que chamamos "um membro da família". São reconhecidos pelo seu companheirismo e dedicação aos donos, sendo extremamente sensíveis ao seu meio ambiente e ao que nele se passa, qualquer que seja a sua função: companhia ou trabalho.


Tomar a decisão de aumentar a família, incluindo nela um cão, é um assunto muito sério e de grande responsabilidade, que não deve nunca ser tomado por impulso, no calor do momento. Isto porquê? Porque a chegada do novo membro tem muitas implicações e uma delas é exigir que todos os membros da família (sem excepção) estejam de acordo em relação ao recém-chegado. Depois há que aprender a lidar com um cão que, apesar de ter desenvolvido imenso o seu poder de comunicação com o ser humano nos últimos milénios, não é ainda capaz de falar!


Há várias componentes distintas a ter em consideração: a física, a comportamental e a de saúde. Em todas elas será necessário que a família faça uma preparação prévia para a chegada do novo elemento. Vamos por partes:


A componente física implica encontrar um espaço dentro ou fora de casa que seja apenas do cão. Nesse espaço deverá estar o seu "enxoval" que deverá incluir sempre uma cama, uma mantinha, um comedouro e um bebedouro. O cão deverá ter também uma trela, uma coleira com chapa de identificação e opcionalmente brinquedos, um champô e uma escova. O resto fica à consideração de cada um. É claro que, se o espaço do cão for fora de casa, deverá ter uma casota adequada ao seu tamanho. A aquisição deste enxoval fica ao critério da cada família, quer em termos de orçamento, quer em termos de local de aquisição, sendo que, em qualquer loja de animais ou mesmo grande superfície comercial, poderá encontrar pessoal especializado a aconselhá-lo na compra.


A componente comportamental, muitas vezes descurada, é fundamental para o sucesso de uma boa relação. Sugerimos que estude o comportamento animal, o que poderá fazer através da internet ou através da leitura de livros. Aconselhamos a leitura do livro "A Encantadora de Cães", cujos conselhos têm ajudado muitas pessoas a compreenderem melhor os seus companheiros caninos. Deverá também pesquisar uma escola de treino, de preferência na sua área de residência. Assista a algumas aulas, fale com o treinador, troque impressões com os donos dos "alunos" e avalie se será um bom sítio para o seu companheiro ser treinado. Há a notar que não existe nenhuma idade máxima limite para que o cão comece o seu treino, há apenas uma idade mínima que ronda os 6 meses. Todos os cães adoptados na APCA têm direito a 12 aulas grátis na escola de treino "Academia do Cão", que fica em Porto Salvo.


A componente de saúde, como seria natural, é vital para que o seu cão tenha uma boa vida. Fale com os seus amigos que têm cães, informe-se sobre os veterinários da sua área de residência e sobre a qualidade dos seus serviços. É muito importante confiar nas qualidades do veterinário do seu cão, assim como para nós é importante confiar nas qualidades do nosso médico. O seu cão terá, no mínimo de ir uma vez por ano ao veterinário, para as vacinas anuais e check-up. Aconselhamos vivamente a que coloque um chip de identificação electrónica. O veterinário depois fará o plano de vacinação e desparasitação (interna e externa) consigo.



Antes de tomar a decisão de adoptar um cão deverá responder honestamente às seguintes perguntas:


1. Quero um cão porque me sinto sozinho e quero colmatar essa solidão?
2. Quero um cão porque o meu filho ou filha mo pede, mas mais ninguém na família o quer?
3. Tenho espaço em casa para este novo membro?
4. Tenho tempo para tratar dele, para o ensinar, mimar, brincar e ir ao veterinário quando necessário?
5. Tenho disponibilidade financeira para este novo membro, quer em termos de enxoval, quer em termos de cuidados médicos (sejam as vacinas anuais ou uma possível cirurgia, caso surja essa necessidade)?

Se depois de meditar sobre estas questões considera que está apto a adoptar um cão, então seja benvindo ao maravilhoso mundo daqueles que se abriram ao amor de um cão!


Agora terá de pensar no tipo de cão que gostaria de ter: pequeno, médio, grande, pêlo curto, pêlo comprido, branco, castanho, preto, de raça, rafeiro. No geral, chegamos à conclusão que as características físicas do cão são o que menos importa. O que nos cativa realmente é a sua personalidade e o sentimento que desperta em nós. Por isso aconselhamos vivamente uma visita ao canil, pois tem de ser dar aquilo a que chamamos "o clique", que é o processo de olhar para um cão e sentir lá dentro: "é este!".


A partir desse momento, não só a família ganha um novo membro, como ganha um amigo para a vida!

Last Updated on Friday, 10 February 2012 09:29
 

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