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Dada a nossa experiência, verificamos que a falta de informação leva muitas vezes a situações desagradáveis e perfeitamente evitáveis. Como tal, considerámos que seria útil reunir num só local uma série de informação útil para donos responsáveis. Eis o fruto desse trabalho.

 

Identificação


 

A identificação electrónica (microchip) é obrigatória para todos os animais nascidos a partir de Julho de 2008, para cães de caça, de exposição e de raça considerada potencialmente perigosa. Apesar de não ser obrigatório para todos os outros, deverá ser sempre colocado o microchip no cão para sua segurança. Se o cão se perder ou for roubado o microchip, por conter a identificação do cão e do seu detentor, aumentará as hipóteses de recuperar o animal.

O dono tem o dever de identificar o seu animal e colocar na sua coleira/peitoral uma chapa de identificação com o nome do cão e contacto do detentor. Pode não colocar o nome do cão, mas deve colocar sempre dois números de telefone alternativos bem como a indicação de existência de microchip (NUNCA colocar o seu número, apenas a frase “tem microchip”). Note que os contactos telefónicos são essenciais pois mais facilmente alguém que encontra o cão faz uma chamada para o número indicado do que verifica se o cão tem microchip - existem muitas pessoas que desconhecem a sua existência.

 

Legislação


 

O dono tem o dever de registar o seu animal na junta de freguesia.
Os detentores de cães são obrigados a proceder ao seu registo e licenciamento, que deve ser efectuado na junta de freguesia da área de residência do detentor do animal no prazo de 30 dias após a sua identificação. Ao detentor será pedida a apresentação do boletim sanitário do animal (actualizado) e a entrega do original ou duplicado da ficha de registo do microchip, prevista no Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (SICAFE) ou SIRA, ambos devidamente preenchidos por médico veterinário (para mais informação sobre a legislação em vigor consultar: http://www.dgv.min-agricultura.pt/)

 

Saúde


 

Um dono consciente tem o dever de vacinar anualmente o seu animal.
As desparasitações (interna e externa) regulares e a vacinação anual são imprescindíveis para garantir a boa saúde do seu animal. As visitas ao veterinário devem ser periódicas. A única vacina obrigatória por lei é a vacina da raiva, embora as outras sejam efectivamente muito mais importantes, pois previnem doenças como a esgana, parvovirose e tosse de canil. A desparasitação também deve ser feita com a periodicidade indicada pelo médico veterinário, sendo que deve haver um cuidado redobrado na prevenção de doenças como a Leishmaniose, colocando uma pipeta mensal ou uma coleira que dura vários meses para afastar o mosquito que propaga a doença. Aconselhe-se junto do médico veterinário sobre os produtos existentes no mercado com este fim.

 

Alimentação


 

O dono tem o dever de alimentar o seu animal com uma ração de boa qualidade. Se optar por comida caseira, o dono deverá assegurar-se que o seu cão receberá todos os nutrientes necessários. O mercado de rações é variadíssimo quer na forma das rações, húmidas ou secas, preços, qualidade, etc. Atenção aos alimentos proibidos como o chocolate, açúcar, sal, cebolas e uvas, por exemplo, e à idade do seu animal. Os cachorros devem ser alimentados entre 3 a 5 vezes por dia, até aos 12 meses de vida, enquanto que um cão adulto poderá ser alimentado entre 1 a 3 vezes por dia, dependendo de caso para caso. O cão deverá ter sempre à disposição água limpa e fresca.

 

Cuidados gerais


 

O dono tem o dever de:

  • Apanhar os dejectos que o seu animal fizer em locais públicos
  • Transportar o cão de modo seguro durante viagens ou passeios
  • Não deixar o cão em locais secos, quentes, frios ou sem ventilação
  • Educar o seu animal com princípios básicos (recorrer a uma escola de treino é uma hipótese)
  • Manter água limpa e fresca sempre à disposição
  • Manter o cão atrelado na via pública (em caso de raça considerada perigosa, com açaime e trela curta)
  • Prestar os cuidados de higiene básica, dar-lhe banho (não é recomendado mais de dois banhos anuais), escová-lo e observar os olhos e orelhas periodicamente

Estimar e não abandonar o seu animal em circunstância alguma

 

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